domingo, 9 de março de 2014

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sábado, 25 de janeiro de 2014

Mansão Assombrada


Há cerca de 12 anos,numa pequena cidade do interior terra de minha falecida avó, aconteceu algo muito estranho... Minha querida avozinha, que Deus a tenha, possuía um irmão também já falecido que era muito ligado as criações que possuía em sua fazenda, entre elas uma lhe despertava tremendo interesse. Esse animal era um jumento grande de crina muito sedosa, o qual ele cuidava com muito carinho. Acontece que devido a uma parada cardíaca minha avó teve seu irmão falecido, e na noite dessa perda escutava-se o jumento, que havia fugido, relinchar pelos pastos da propriedade. Num certo momento, quando todos prestavam suas últimas homenagens, o jumento entrou a relinchar pelos degraus da escada que levava a ante-sala e foi subindo em direção ao encontro do corpo. Todos que estavam ali presentes dizem que o animal tinha os olhos em brasa e uma respiração ofegante como se estivesse possuído por um espírito agonizante. Após ter visto deitado no caixão o meu tio-avô, o animal saiu em disparada, e nunca mais foi visto.....

O Aviso


Minha cunhada estava entrando no último mês de gravidez e viajou com minha sogra para o interior de Minas Gerais. Fizeram uma parada no caminho e ao verem uma capela de Nossa Senhora Aparecida se dirigiram para lá para orar. O lugar era ermo, destas capelinhas de beira de estrada com uma bica. Passados alguns minutos, das beiradas do altar da Santa começaram a subir espirais de fumaça branca que depois foram sendo puxadas de volta, desaparecendo como se tragadas pelo próprio altar. Elas ficaram assustadas e resolveram ir embora. Em casa todos concordaram que devia ser alguma espécie de aviso. O fato é que minha cunhada perdeu o bebê no momento do parto.

A loira do banheiro


Esta historia é muito contada em escolas da rede pública na cidade de São Paulo. Sua fama é muito grande entre os alunos. Uma garota muito bonita de cabelos loiros com aproximadamente 15 anos sempre planejava maneiras de matar aula. Uma delas era ficar ao banheiro da escola esperando o tempo passar. Porém um dia, um acidente terrível aconteceu. A loira escorregou no piso molhado do banheiro e bateu sua cabeça no chão. Ficou em coma e pouco tempo depois veio a morrer. Mesmo sem a permissão dos pais, os médicos fizeram autópsia na menina para saber a causa de sua morte. A menina não se conformou com seu fim trágico e prematuro. Sua alma não quis descansar em paz e passou a assombrar os banheiros das escolas. Muitos alunos juram ter visto a famosa loira do banheiro, pálida e com algodão no nariz para evitar que o sangue escorra.

Vodú



Autor: Zé do Caixão

Um garoto de mentalidade irrequieta, assim era Jairo. Seus 13 anos pareciam ter sido dedicados a caça de problemas. Na vizinhança, na escola, todos o conheciam e ao pressentirem sua presença preparavam-se: algo com certeza ia ocorrer. Uma característica, no entanto, contrastava com a grande atividade mostrada pelo garoto: era fanático por livros, na linguagem dos amigos, um"rato"de biblioteca. Realmente era capaz de ficar horas folheando velhos manuais de reconhecimento de borboletas, enormes atlas antigos ou qualquer coisa que chama-se sua atenção. Era um verdadeiro alívio para os pais saberem que Jairo havia ido para biblioteca. O que ninguém havia percebido, no entanto, é que muitas de suas idéias com as piores conseqüências havia saído justamente daquele amontoado de saber. Chegara a montar um para-raio improvisado no barracão do quintal, utilizando velhas pontas de ferro. E, por incrível que possa parecer, o projeto funcionou. Isto é, ao menos metade, pois Jairo esquecera o aterramento. Havia sido pura sorte que durante a tempestade, alguns dias depois não houvesse alguém no local, literalmente destruído. Agora Jairo tinha achado algo mais interessante, que fugia de qualquer ciência: um livro, na verdade um maço de folhas a cerca do vudú caribenho. Imergiu naquele mundo de zumbis e bonecos que representavam pessoas. Fantasiou a possibilidade de ser realmente verdade. Não cogitou por muito tempo; partiu para a prática. Hábil, costurou dois bonecos. Conforme o livro os mesmos deveriam ter algo da pessoa a quem representariam. Conseguiu uma mecha de cabelo da irmã, enquanto ela dormia, e terminou o primeiro boneco. Enquanto dava os retoques no segundo boneco, pensava na segunda vítima. Distraído, acabou perfurando o dedo com a agulha e resolveu terminar por então. Testaria o boneco já pronto, e se não funcionasse ,deixaria o risco de transformar sua mão em almofada para agulhas. Recitou as preces do livro e foi procurar Marina, a irmã mais velha que tanto implicava com ele. Escondido, pegou a enorme agulha e tocou a perna do boneco; a irmã imediatamente olhou para a própria perna, assustada. Jairo percebeu, e enfiou a agulha, fazendo com que a moça gritasse de dor. A mãe acudiu, mas não encontrava nada que pudesse causar tanta dor a filha. Jairo segurava-se para não rir. Na verdade ficara um tanto assustado, pois ,realmente, não queria machucá-la. Mas a imaginar que poderia usar o segundo boneco para representar o namorado de Marina e trabalhar com os dois juntos, não conseguia conter o riso. Saindo de seu esconderijo, sentiu uma forte fisgada no braço, como se um prego tivesse ali entrado. Nada havia. Na perna uma dor ainda mais forte. Era como se estivesse sendo dilacerado. Seu corpo começava a sacudir ,sem controle. A mãe e a irmã ficaram estáticas, chocadas. Jairo consegue ainda raciocinar e corre para o quarto. Era o outro boneco. Tinha seu sangue, do ferimento da agulha. O boneco que sobrara, era ele. Mais não havia mais tempo. Nero, seu pastor alemão havia descoberto o brinquedo e o destroçava, sem perceber seu dono partindo-se a cada dentada.

A Virgem do Poço


  Havia no Japão Feudal do século XVII uma bela jovem de nome Okiko. Essa jovem era serva de um Grande Senhor de Terras e Exércitos, seu nome era Oyama Tessan. Okiko que era de uma família humilde, sofria assédios diários de seu Mestre, mas sempre conseguia se manter longe de seus braços. Cansado de tantas recusas, Tessan arquitetou um plano sórdido para que Okiko se entregasse à ele. Certo dia, Tessan entregou aos cuidados de Okiko uma sacola com 9 moedas de ouro holandesas -mas dizendo que havia 10 moedas- para que as guardasse por um tempo. Passado alguns dias, Tessan pediu que a jovem devolvesse as "10" moedas. A donzela, ao constatar que só havia 9 moedas, ficou desesperada e contou as moedas várias vezes para ver se não havia algum engano. Tessan se mostrou furioso com o "sumiço" de uma de suas moedas, mas disse que se ela o aceitasse como marido, o erro seria esquecido. Okiko pensou a respeito e decidiu que seria melhor morrer do que casar com seu Mestre. Tessan furioso com tal repúdio, agarrou a jovem e a jogou no poço de seu propriedade. Okiko morreu na hora. Depois do ocorrido, todas as noites, o espectro de Okiko aparecia no poço com ar de tristeza, pegava a sacola de moedas e as contava... quando chegava até a nona moeda, o espectro suspirava e desaparecia. Tessan assistia aquela melancólica cena todas as noites, e torturado pelo remorso, pediu ajuda à um amigo para dar um fim àquela maldição. Na noite seguinte, escondido entre os arbustos perto do poço, o amigo de Tessan esperou a jovem aparecer para dar fim ao sofrimento de sua alma. Quando o fantasma contou as moedas até o 9, o rapaz escondido gritou: ...10!!! O fantasma deu um suspiro de alívio e nunca mais apareceu.

A Mensageira da Morte


  Dizem que nas ruínas do Castelo de Berry Pomeroy, no sul da Inglaterra, existem vários fantasmas, entre eles o de uma bela jovem, condenada por sua própria crueldade. Chamava-se Margaret, filha de um dos primeiros Barões de Pomeroy. A jovem ficou grávida do próprio pai e estrangulou a criança ao nascer. Depois de morta, alega-se que seu fantasma pressagiava a morte de um Pomeroy ou de criados da casa.     Entre os muito que dizem tê-la visto está Sir. Walter Farquhar, um eminente médico do final do século XVIII. Estava ele no Castelo cuidando da mulher enferma do administrador da família, quando viu de repente uma jovem belíssima parada á sua frente. Ela se virou e sumiu pelo corredor, em direção à escada. Ele a viu claramente, iluminada pela luz que vinha de um vitral, antes que desaparecesse num dos aposentos do andar superior.     No dia seguinte, Sir. Walter perguntou ao administrador quem era a bela jovem que havia visto. Para imensa surpresa do médico, o homem se pôs a chorar, dizendo que a visita signifocava que sua mulher estava à morte. Aí contou que Margaret assassinara seu bebê no cômodo logo acima e que desde sua morte começara a anunciar as mortes no Castelo; ela já anunciara a do filho do administrador. O médico garantiu-lhe que sua mulher estava se recuperando e que não fazia sentido tal história. O homem ficou muito nervoso e mesmo com a certeza do médico de que ela estava fora de perigo, ela calmamente morreu na manhã seguinte.

A Volta do Pai



Havia uma menina que gostava muito do seu pai. Ela o idolatrava. Certo dia, as vésperas do seu aniversário de quinze anos, seu pai faleceu, deixando-a profundamente triste. O tempo passou e a menina transformou-se em uma bela moça que sempre tinha em mente a lembrança da imagem do pai. Conheceu um jovem, casou-se e ficou grávida. Sentiu os sinais do parto e se dirigiu para o hospital a fim de dar a luz ao seu primeiro filho. Os médicos a atenderam e ao olhar pela primeira vez, seu filho que acabara de nascer, percebeu, com lágrimas nos olhos, que ele tinha a fisionomia do seu falecido pai. Entre todo esse clima de emoção, um fato ficou marcado : seu filho que acabara de nascer, abriu os olhos e disse "Não chores minha filha, estou de novo ao seu lado."

As flores da morte



Conta-se que uma moça estava muito doente e teve que ser internada em um hospital. Desenganada pelos médicos, a família não queria que a moça soubesse que iria morrer. Todos seus amigos já sabiam. Menos ela. E para todo mundo que ela perguntava se ia morrer, a afirmação era negada. Depois de muito receber visitas, ela pediu durante uma oração que lhe enviassem flores. Queria rosas brancas se fosse voltar para casa, rosas amarelas se fosse ficar mais um tempo no hospital e estivesse em estado grave, e rosas vermelhas se estivesse próxima sua morte. Certa hora, bate a porta de seu quarto uma mulher e entrega a mãe da moça um maço de rosas vermelhas murchas e sem vida. A mulher se identifica como "mãe da Berenice". Nesse meio de tempo, a moça que estava dormindo acordou, e a mãe avisou pra ela que a mulher havia deixado o buquê de rosas, sem saber do pedido da filha feito em oração. Ela ficou com uma cara de espanto quando foi informada pela mãe que quem havia trazido as rosas era a mãe da Berenice. A única coisa que a moça conseguiu responder era que a mãe da Berenice estava morta há 10 anos. A moça morreu naquela mesma noite. No hospital ninguém viu a tal mulher entrando ou saindo.

A morte bate a porta



Numa certa noite de interior, em meio a uma roda com fogueira, muito frio e histórias de horror, um certo garoto lança um desafio ao amigo. Faremos uma aposta, eu duvido que o Marcio entre no cemitério a meia noite???? Marcio então respondeu ao amigo: - Aceito o desafio e não só entro como ainda trago algo para comprovar que estive lá. Então a meia noite ambos foram ao portão do cemitério, o amigo para ver com seus próprios olhos que Marcio entraria. Marcio entra, e o amigo assustado com a escuridão corre de volta para casa e fica lá com os amigos esperando o retorno de Marcio. Marcio com muito medo, começa a ouvir passos e vozes, olha para traz e nada vê somente uma enorme escuridão, com muito medo, arranca logo uma cruz do cemitério e corre desesperado de volta para casa...... ao sair do cemitério ao longe escuta gritos de desespero. Chegando em meio ao amigos, entra em casa sorridente e mostrando a todos sua coragem, com aquela cruz na mão, prova ao amigo que não tem medo de mortos. Os dois ficam rindo da aposta..... quando adentra em casa um dos amigos dizendo: - Marcio, o João Alves está ai fora te procurando.... ele veio buscar algo dele que está com você. Marcio olha desesperado para o amigo e diz: - Mas eu não conheço nenhum João Alves, e no mesmo instante os dois olham para a cruz e para espanto dos dois, na lápide havia o nome... "João Alves".

Morto de Olhos Abertos


Em uma cidade do nordeste morreu um pai de família muito querido. A viúva mandou chamar a única fotógrafa da cidade para tirar fotos do morto para poder colocar no cemitério. A fotógrafa ao chegar ao velório viu o morto dentro do caixão e começou a fotografá-lo. Para seu espanto, toda vez que olhava pelo visor da máquina fotográfica via o morto olhando para ela com os olhos abertos. Quando tirava a máquina fotográfica de sua frente, olhava para o morto e o via com os olhos fechados. Várias fotos foram tiradas e, quando reveladas mostraram que realmente o morto a via com os olhos abertos.

Rua Dos Mortos


 Angelina com o seu namorado andavam sobre as ruas do Rio de Janeiro na verdade no interior do RJ de repente firam uma rua deserta com casas quebradas, então eles foram ver o nome da rua só q não acharam nada nenhuma placa avisando o nome, então eles foram ver a rua.
 Eles acharam uma única casa em perfeito estado, em menos de um segundo aconteceu uma enorme tempestade, eles bateram tanto na porta para abrir que a porta abriu sozinha, eles entrarão a casa era tão linda q eles deixarão de ligar pra alguém busca-los.
 Vendo uma cama linda sem nenhuma poeira, então decidirão dormir e transar lá. Acabando de transar na cama eles ouvirão alguns passos pela casa. Foram ver quem era não tinha ninguém, vendo que a chuva acabou foram sair, então foram abrir a porta mas a porta não abria de jeito nenhum, de repente ouvem um grito alto eles correm pra procurar uma outra porta para saírem.
 Só q não acharão porta, mas acharão uma janela aberta já q todas estavam fechadas então pularão a janela pra outra casa na outra casa era toda escura graças a um fosforo eles acenderam uma vela eles olhando a casa ouvem um barulho q vinha do sótão, como todo mundo é curioso foram ver o q era, chegando no sótão virão algo se mexendo chegando mais perto ...Chegando ao sótão eles virão algo se mexendo, chegando mais perto eles avistam uma bicho diferente q eles nunca tinham visto algo com uma corcunda q se rastejava ( parecia q esse bicho não tinha uma coluna vertebral ) mas mesmo assim esse bicho era magro e muito feio algo horroroso e Angelina e seu namorado ficaram paralisados sem nenhum movimento eles viam o bicho chegar mais perto e mais perto... Quando o namorado percebe q eles estão em grande risco de vida ou morte ele pega a Angelina pelo braço e começa a correr com ela, eles avistando vários quartos foram tentando abrir cada um desses quartos.
Quando eles conseguem abrir um quarto, eles obviamente eles entraram nesse quarto, o quarto era todo preto com um negocio nojento e mole ( com uma cor meio preto com marrom e vermelho, algo sinistro ).
A vela tava acabando quando eles acham uma outra vela por milagre mas nessa vez eles não tiveram tanta sorte como antes eles olhando o troço esquisito de repente a porta começa a balançar o eles ouviam q tinha alguém batendo na porta com força, eles procurando a saída de qualquer jeito. A porta se abre e Angelina com o namorado de costas para a porta só ouve a porta rangendo....  A porta se abre e Angelina com o namorado de costas para a porta só ouve a porta rangendo, Angelina e seu namorado olham para a porta que se abre devagar o namorado de Angelina se coloca na frente de Angelina em prova de amor e ele diz: Angelina quando eu falar pra você correr você vai correr.
De repente ele corre e pula para cima do bicho e diz para a Angelina correr, obviamente Angelina corre e diz para seu namorado que o ama mais que tudo nessa vida, e vai embora quando chega em casa chorando muito o seu celular toca, e ela atente e ouve a voz de seu namorado dizendo que a ama mais que tudo nessa vida e iria esperar ela para viver juntos num lugar muito maravilhoso e que a morte nunca iria separa-los.

A Casa Do Mal


  Existia uma menina que se chamava Carolline que morava na cidade. Os pais dela já mortos ela foi morar no campo com a avó , quando ela chegou la já era de noite e foi dormir.
  No dia seguinte ela foi passear e conheceu uma garota elas começaram a conversar sobre a cidade e essa menina que conheceu disse que naquela cidadezinha existia uma casa que teve acontecimento la que ninguém soube explicar o que realmente teria acontecido naquela noite. Então ela foi mostrar a tal casa para a nova amiga , elas só viram a casa por fora então elas foram embora para suas casas , Carolline contou para a avó que conheceu uma menina e que ela iria dormir na casa da amiga. Chegando no dia esperado Carolline foi pra casa da amiga e de la foi pra tal casa com alguns amigos , chegando na casa estava uma verdadeira zona tudo quebrado e empoeirado e essa casa era de 2 pavimentos e um sotam , eles começaram a montar o jogo do compasso.
  Chegando as 22:00 começaram a jogar , então a amiga da Carolline comandou o compasso eles perguntaram se havia alguém aqui , responderam que sim (claro que todos ficaram com medo) mas continuaram beirando a meia noite começaram a pedir para sair do jogo mas o espirito não os deixou e ficaram aterrorizados porque tinham que ir embora até que um deles resolveu sair mesmo deixando ou não. Assim que ele levantou passou um vulto preto que resultou no fechamento da porta mesmo assim ele seguiu para a porta , na hora que ele colocou a mão na maçaneta o mesmo vulto o empurrou para o outro lado do quarto que justamente pra onde ele foi arremessado tinha um vergalhão que furou a cabeça e resultou a morte dele , todos gritaram nesse momento de aterrorizados e pediram de novo para saírem mas só deixou 2 saírem e ficou somente 4 la , um deles perguntou o que realmente aconteceu naquela noite que ninguém soube explicar o que de fato aconteceu.
  E respondeu o espirito : tinha 8 amigos que dividiam a casa , eles começaram a ouvir barulhos pela casa então eles pegaram um jogo do compasso e começaram a jogar , todos nervosos perguntaram o que havia nessa casa pra fazer muitos barulhos então eu respondi para um deles irem para o sótão então foi o mais corajoso , chegando la ele me viu e matei ele aos berros todos la em baixo , todos tomaram um susto e ficaram com muito medo (assustados) com os gritos , então um deles correu pra ver o que tinha acontecido , chegando la ele se depara com o melhor amigo morto degolado com vários arranhões pelo corpo todo , ele desce correndo chorando pelo tal acontecido e fala para os amigos eles tentaram ir embora mas não conseguiram porque esqueceram de sair do jogo.
  Carolline pediu para sair do jogo e o espirito deixou mas os outros não , Carolline foi embora. No dia seguinte foi procurar os amigos e os policiais disseram que morreram dentro da casa todos esquartejados. Carolline disse para os policiais o ocorrido na noite das mortes dos amigos e do caso anterior e toda noite ela sonha com a casa.

O Misterio Do Quarto 203


 Dia de sexta-feira chuvosa um homem chamado Ricardo entra em um hotel ele pede a suite de luxo do numero da sorte dele '203'.
  -A recepcionista diz : tem certeza sr.Ricardo dissem que esse quarto é mal assombrado.
  -Ricardo responde : pode-lhe ter certeza que nada de mal me fara porque esse numero sempre me tras coisas boas...
  A recepcionista diz : tome cuidado sr.Ricardo , se o sr. escutar algum barulho não abre os olhos.
  O homem achou isso uma piada e saiu indo para o elevador. Quando chegou no quarto ele se depara com um quarto enorme e muito lindo. Quando tava na hora de durmir ele se deita na cama e pensa nas coisas que a recepcionista disse e vai durmir , derrepente ele sente alguem botando a mao nele , ele acorda rapido se sentando na cama e se depara com nada. Ele fica nervoso e tenta dormir depois de alguns minutos na cama sem conseguir dormir pensando no tal acontecimento , ele começa a ouvir barulhos de pessoas andando de salto e sapatos rinchosos pelo apartamento fica nervoso porque não tinha nenhum parente ou alguem que ele conhecia por perto e as camareiras só chegavam de manhã. Ele teve atitude de levantar e ver o que estava acontecendo , aonde ele ia parava o som se ele ia para sala parava o som , se ia pra cozinha...
  Quando ele chegou na sala de novo não ouve nenhum barulho então ele resolve ir até a recepcionista pra saber o que tava acontecendo ele começa a ouvir um barulho de alguem indo correndo atras dele , então ele começa a correr ate a porta quando ele chega perto da porta , a porta se fecha e a luz se apaga ele corre até a mochila dele pra pegar a lanterna , ele acende a lanterna e vai ate a porta e ele vê que a porta estava trancada. Então ele olha para parede e ver toda a parede mofada e destruida , então , nesse momento , alguma coisa tenta puxar ele pra debaixo da cama mas ele taca a lanterna pra coisa que tava puxando-lhe mas nada lhe adianta então ele começa a gritar bem alto e vai pra debaixo da cama.
   No dia seguinte a recepcionista entra no quarto pra ver se o homem ainda tava vivo mas quando ela vai no quarto se depara com o homem morto e sem os olhos.